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Mostrando postagens de Janeiro, 2009

Cagada

Tem vezes na vida que acontecem coisas bizarras conosco que jamais imaginaríamos que pudessem acontecer. É mais ou menos assim: até certo momento do dia tudo está correndo normalmente. Aí do nada vem uma maré de azar violenta, que dá a impressão de que fizeram um despacho brabo contra você, usando sangue pisado daquelas galinhas pretas de macumba.Pois é. Eu já contei duas histórias toscas que aconteceram comigo. Na Noite do Vômito, minha bela prima Morena vomita em cima da minha cabeça após se entupir de pastel frio + refrigerante. Em Sunguinha Amarela, eu sou humilhado em parte da cidade de Nova Iguaçu por desfilar trajando o figurino do título pelas ruas da cidade, que está longe de ser área de banhista. Ambas as histórias foram contadas lá em fevereiro de 2008, nos primórdios desse blog, na época em que eu fazia parágrafos enormes e textualmente xingava mais.E agora eu me lembrei de mais uma.Sabe aquelas situações esquisitas que só acontecem com nerds bobões? Para falar a verdade e…

Decolando...

O dia 15/01 será eternamente lembrado pelos 150 passageiros do Airbus A-320, da US Airways, que "pousou" no rio Hudson, em Nova York. Com certeza essas pessoas estão dando agora muito mais valor às suas vidas do que antes desse acidente, que poderia ter terminado como mais uma tragédia aérea.Felizmente, o piloto foi competente o suficiente para pousar o avião de tal maneira que ele não explodisse quando entrasse em contato com a água, e nem afundasse com uma rapidez que impossibilitaria que todos pudessem sair do avião e fossem resgatados a tempo. Graças ao seu bom trabalho como profissional aliado ao seu bom senso como ser humano, ele e o restante das pessoas que estavam naquele avião poderão continuar a tocar suas vidas e contar esta história pela qual passaram aos seus filhos e netos.Esse caso do quase acidente trágico me fez refletir: Que responsabilidade a do piloto hein. Mais de cem vidas em suas mãos, em jogo, dependendo praticamente de um milagre. Será que a minha fu…

Pequeno manual de defesa contra mulheres manipuladoras

Lembro-me de quando eu tinha uns 16 anos, e pedi que um médico me receitasse um remédio contra espinhas. Não lembro o nome de nenhum dos dois. A única coisa que me lembro era que o doutor era um cara super antipático, e o remédio teria que ser feito em farmácia de manipulação.Nessa mesma época eu era feito de gato e sapato por bonitinhas. Não que eu seja traumatizado com isso, muito pelo contrário. Acho divertidíssimo lembrar de vez em quando. O fato é que, quando voltei da farmácia com o remédio na mão, não estava me dando conta de que era um manipulado carregando outro.Enfim, essa introdução tosca que escrevi, da qual não gostei, mas que não estou afim de mudar, foi para aprensentar o "Pequeno manual de defesa contra mulheres manipuladoras". Manipuladora é aquela mulher que exerce algum poder (bela, charmosa...) sobre determinado infeliz e usa isso para tirar benefícios próprios, prejudicando-o. Resumindo: é uma vaca.Bom, esse é mais um tópico em que determinadas frases be…

Analisando o Funk

Afinal essas letras tão bem elaboradas também merecem uma análise profunda."Eu vou passar cerol na mão, assim, assim
Vou cortar você na mão, vou sim, vou sim
Vou aparar pela rabiola, assim, assim
E vou trazer você pra mim, vou sim, vou sim"
Cerol na mão - Bonde do Tigrão Nesse trecho da canção Cerol na Mão, o Bonde do Tigrão passa a mensagem de que o homem é o fator atuante no início de um relacionamento afetivo através de uma interessante analogia com a típica brincadeira do universo infanto-juvenil, onde a mulher é retratara como uma pipa que precisa ser abordada (cortar na mão), conquistada (aparar pela rabiola) com charme e carisma (cerol na mão) e trazida para os braços do seu conquistador. O trecho revela ainda a ansiedade do eu-lírico no processo de conquista, típica realmente das crianças e jovens, que ao soltarem pipa, visam ganhar  as outras que estão no alto. Essa ansiedade está retratada na construção "vou sim, vou…