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Mostrando postagens de Outubro, 2010

Por Renan Mariano

Já ouvi dizer (e li) várias vezes que um homem pode se considerar realizado se fizer três coisas: ter um filho, escrever um livro e plantar uma árvore. Bom, eu já plantei uma árvore; na verdade um pé-de-feijão; mas não tenho culpa de a minha tia tê-lo destroçado quando ela varreu o quintal certa vez.Ter um filho é algo complicado; envolve muitas coisas. Primeiro é preciso ter alguém com quem dividir esse sonho (ou fardo, como quiserem chamar). Segundo, é preciso ter condições psicológicas e financeiras para isso. Sou imaturo, solteiro e ainda vou me formar. Então ACHO que isso torna a realização de ter um filho complemamente inviável durante muito tempo ainda. Sobrou então escrever um livro. E é sobre isso que eu vou falar.

Ultimamente estou num pique danado para a leitura. Somando esse pique com o fato de eu gostar de escrever contos – os quais publico por aqui –, acabei desenvolvendo a vontade de escrever um livro. Não sei se é uma vontade passageira (afinal só em pensar no traba…

Jogo dos 8 erros - VIII

Área de lazer do hotel em que fiquei numa viagem a São Paulo pela empresa. Mas pena que eu não tive tempo para aproveitar nada disso. Só de graça eu me vinguei e coloquei 8 erros nessa foto =P[Atualização] Correção: Só existem 7 erros nesse jogo, mas eu estou com muita preguiça de editar a foto novamente. Então fica com 7 mesmo. O erro que falta fica sendo o meu, pronto.Resposta doJogo dos 8 erros VII
>> Prédio Rio Sul aumentado verticalmente.
>> Extensão do verde no meio do cemitério.
>> Ilha duplicada no canto superior direito.
>> Duplicação de alguma coisa (não sei o que) ao lado esquerdo do Pão de Açucar.
>> Mudança de lugar do Heliponto em cima do Dona Marta.
>> Alargamento de um dos prédios que está na sombra.
>> Prédio diferente na frente do verde do cemitério.
>> Lembro não.Resposta doJogo dos 8 erros VI
>> Meu nome no canto superior direito (bem óbvio).
>> Brinco na menina.
>> Duplicaçã…

Águas nem tão profundas

Ouvi dizer certa vez que quando temos em torno 4 anos de idade nosso cérebro se desenvolve ao ponto de começar a arquivar fatos em forma de lembranças, ou seja, não lembramos nada de nossas vidas que tenha acontecido antes dessa idade. Pedro não fugiu a essa regra. Apesar de muito se esforçar, ele só consegue se lembrar das coisas a partir do dia em que todos comemoravam o aniversário de sua bisavó em um sítio. Naquela época ele estava justamente com 4 anos.
No sítio havia uma enorme piscina. Pedro gostava de olhar aquela água toda junta, mas morria de medo. Não conseguia sequer chegar à beira. Todos os seus primos sentavam-se nas estiradeiras que ali existiam, menos ele. Após algumas insistências e caçoadas, Pedro finalmente decidiu tomar para si uma estiradeira, e sentou-se. Porém estava longe de relaxar. Seu maior medo era escorregar e cair na água. Não caiu. Mas talvez tenha sido essa tensão toda o motivo pelo qual desencadeou-se o sistema de lembranças no cérebro de Pedro. A parti…

Vaidade

Vou dividir uma coisa com vocês. Talvez o maior dos meus defeitos seja a vaidade que há dentro de mim. Não falo daquela vaidade metrossexual de cuidados excessivos com a aparência, mas sim de vaidade de espírito. Taí uma coisa que eu acho que ninguém sabia; mas creio que bons observadores conseguem captar.
Minha alma não se contenta com o "fazer o bem sem esperar nada em troca". Sinto-me feliz quando tenho a oportunidade de ser solidário; entretanto, parte dessa felicidade está relacionada à gratificação recebida. É quase uma condição necessária para a satisfação. Praticar solidariedade não-gratificada pode não me tornar insatisfeito com o ato, mas pode me levar à indiferença. Contudo, se na palavra "solidariedade" o "não esperar nada em troca" está inerente, talvez isso significa que, no fundo, eu seja menos solidário do que acredito ser.
Quando eu falo em gratificação, não quero dizer que eu gosto de fazer as coisas por dinheiro. Não me interpretem mal; n…